Fundaj promove semana de recepção para os novos servidores
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Programação apresenta estruturas, projetos e espaços da instituição para os recém-chegados

Por: Isabelle Annes
A Fundação Joaquim Nabuco realizou, entre os dias 20 e 31 de julho, uma programação especial de recepção aos novos servidores da instituição. Organizada pela Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes), a iniciativa buscou promover a integração dos novos pesquisadores e analistas, apresentando a estrutura da Fundação e os aproximando das áreas de atuação, pesquisa e produção científica.
Ao longo das duas semanas, os novos servidores participaram de apresentações institucionais, visitas aos campi e atividades voltadas para a compreensão do funcionamento das diretorias e setores da Fundaj. A programação contemplou todas as áreas dos campi de Apipucos, Casa Forte e Derby, além do Engenho Massangana, localizado no Cabo de Santo Agostinho.
Mais do que apresentar apenas a estrutura administrativa, a recepção também funcionou como uma oportunidade para que os recém-chegados conheçam, de forma mais próxima, os projetos e instrumentos que fazem parte do cotidiano da instituição. É nesse cenário que aparece a divulgação científica, com a apresentação de diferentes canais de comunicação, incluindo sites, relatórios e revistas científicas da Fundação.
Apresentando a Coletiva

Apresentação da Coletiva na semana de integração. Imagem: Isabelle Annes
Nesse contexto, a Revista Coletiva se insere como um importante espaço de circulação e diálogo sobre pesquisas e temas sociais contemporâneos. Apresentada durante a programação por Karla Delgado e Allan Monteiro, membros da equipe da Coletiva, a revista se insere na integração dos novos servidores como uma forma de contribuir com a produção e disseminação de conhecimento.
A revista se destaca por transformar discussões acadêmicas em conteúdos mais acessíveis, rompendo com as limitações tradicionais presentes no campo da divulgação científica. A presença da Coletiva na semana de recepção ajuda os novos servidores a compreenderem que a pesquisa não termina apenas na produção de dados ou textos, mas também envolve a comunicação, circulação e o diálogo com diferentes públicos.
“A Coletiva teve seu início em 2010 e, desde lá, vem produzindo muita coisa interessante para o campo da divulgação científica. Com a chegada de novos pesquisadores, é possível abrir espaço para novas formas de se produzir conhecimento ao convidá-los a fazer parte desse processo de construção e compartilhamento de saberes”, relata Karla Delgado, assistente editorial da revista.
Mais do que apresentar suas publicações aos recém-chegados, a Revista Coletiva se apresenta como parte do movimento de aproximação entre a pesquisa acadêmica e a sociedade em geral.
