Apresentação

25-Aug-2017

 

 

 

 

A Fundação Joaquim Nabuco-Fundaj conta atualmente com mais de 1 milhão de documentos
em seus acervos. Destacam-se fotografias, cartas, jornais, cartões postais, discos, livros entre
outros. Uma parte dessa documentação constitui-se em um valioso material para uma melhor
compreensão da História e cultura afro-brasileira. Acervos como os Diários do abolicionista
André Rebouças, as correspondência de Joaquim Nabuco –acervo que hoje é Memória do
Mundo da Unesco—as fotografias do final do século XIX e início do XX da coleção Francisco
Rodrigues que conta com aproximadamente 17.000 itens documentais; cartões postais da
coleção José de Paiva Crespo ou as fotografias da coleção Manoel Tondella; os discos de
78rpm com músicas do Maracatu Pernambucano ou do samba carioca; a coleção de fotos de
Catarina Real sobre o Carnaval ou a de Lula Cardoso Ayres sobre o Maracatu de Dona Santa
entre tantas outras coleções, estão disponíveis para consulta de pesquisadores, professores,

estudantes e público em geral. Impulsionada pelas exigências das leis 10.639/03 e 11.645/08

que instituíram a obrigatoriedade do ensino de História africana, afro-brasileira e indígena, a
Fundaj criou um programa institucional Educação e Relações Étnico-raciais, cujo objetivo
consiste em em desenvolver pesquisas, cursos, mostras e materiais pedagógicos na temática
com base no patrimônio cultural da instituição, no qual se incluem os acervos históricos do
Centro de Documentação e de Estudos da História Brasileira Rodrigo Mello Franco de Andrade
-CEHIBRA. Uma parte desses acervos encontra-se digitalizada e pode ser consultada na Villa

Digital, um espaço aberto ao público criado para receber pesquisadores e estudantes
interessados em conhecer e pesquisar nos acervos da Fundaj.

 

 

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APOIO
LABJOR/UNICAMP
REALIZAÇÃO
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO