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Saiba Mais - Desertificação  

Âncora 1

para ler

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Boletim temático - Desertificação (SUDENE)|

Alexander Billet | Editora Sob Influência | 2024

O boletim apresenta informações atualizadas sobre o processo de desertificação, fortalecendo as ações de enfrentamento coordenadas por instituições como a Sudene, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e os governos estaduais e municipais. O texto busca explicar o que é, onde ocorre e o contexto da desertificação, para assim formular políticas públicas eficazes e mobilizar a sociedade para ações de prevenção.

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Aldrin Pérez, pesquisador titular do Insa (Instituto Nacional do Semiárido) informa que estudos científicos têm desmistificado a ideia de que a Caatinga é pobre e sem vida. A verdade é que ela é rica em espécies e realiza um papel fundamental na resiliência do planeta às mudanças climáticas.

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A seca é da natureza, a desertificação não' diz Rafael Giovanelli, que conversou com o BdF sobre a essa situação

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A pesquisa buscou analisar as principais concepções e alternativas de intervenção regional, apreendendo as suas relações com os diferentes paradigmas de desenvolvimento. O objetivo é identificar os fundamentos para uma proposta alternativa de desenvolvimento sustentável no Semi-árido brasileiro. A revisão da literatura e os estudos documentais possibilitaram o resgate dos processos de formulação dos pensamentos sobre aquela realidade assim como a identificação das formas de institucionalização e de efetivação das proposições de desenvolvimento nas iniciativas governamentais e de outros atores sociais. 

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Em entrevista à Coletiva, pesquisadora da Fundaj fala sobre os desafios do Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB)

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Identificação de novas regiões atingidas é um dos diagnósticos em debate neste Dia Mundial de Combate à Desertificação

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Bioma é o mais eficiente no sequestro de carbono entre todos os outros estudados

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O artigo tem como objetivo reconstituir o processo histórico de intervenção do Estado no Semiárido brasileiro e as ideias em disputa sobre as estratégias de desenvolvimento para a região. Reconhece-se que dois referenciais disputam a formulação de políticas para o Semiárido: o combate à seca e a convivência com o Semiárido. O primeiro referencial influenciou a formulação de políticas públicas durante quase todo o século XX, enquanto o segundo emergiu na década de 1990. As noções de fóruns e arenas de políticas públicas (Fouilleux, 2017, 2003, 2000) demonstraram-se interessantes ferramentas para analisar os atores envolvidos e o cons- tante processo de negociação entre ideias e referenciais.

para assistir

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O vídeo traz relatos de pessoas que vivem e atuam na preservação da Caatinga: Tião do Sertão, em Ibimirim (PE), promove educação ambiental; a comunidade quilombola do Leitão da Carapuça, em Afogados da Ingazeira (PE), mantém suas tradições enquanto enfrenta os desafios da desertificação; Dona Naná, em Livramento (PB), transforma sua propriedade com práticas de restauração; a família de Zabé da Loca, em Monteiro (PB), preserva a cultura do pífano; a Cacique Cicera Pankará, em Itacuruba (PE), lidera ações indígenas em defesa do bioma; e Alecksandra Vieira, de Campina Grande (PB), compartilha a visão técnica e institucional sobre a conservação da Caatinga. 

 

 

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O Semiárido brasileiro já não é mais aquele da pobreza extrema, do balde d'água na cabeça, do êxodo rural. O combate à seca deu lugar à convivência com a região e ao Bem Viver. Um novo cenário se mostra próspero nas cores dos frutos da terra, no sorriso das pessoas e na conquista dos direitos por meio da luta e da resistência do seu povo.

 

 

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Baseado em uma história real no Malawi, o filme retrata a luta de uma comunidade contra a seca extrema e a fome. O protagonista, William Kamkwamba, constrói um moinho de vento para bombear água e salvar sua vila.

 

 

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No primeiro videocast da campanha Terra Floresta Água - Movimento Nacional de Enfrentamento à Desertificação e à Seca no Brasil, explicamos o que é desertificação, seus fatores e por que não existem desertos no Brasil. O diretor de Combate à Desertificação do MMA, Alexandre Pires, conversa com a superintendente do Canal Saúde da Fiocruz, Márcia Correa e Castro, sobre estes assuntos e muitos outros. A campanha Movimento Nacional de Enfrentamento à Desertificação e à Seca é uma produção do MMA e do Canal Saúde, com objetivo de ampliar os conhecimentos sobre desertificação, estimular o debate sobre desertificação como eixo transversal de outras políticas públicas e popularizar o conceito de convivência com o semiárido como estratégia para enfrentamento à desertificação e às mudanças climáticas

 

 

para ouvir

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No primeiro videocast da campanha Terra Floresta Água - Movimento Nacional de Enfrentamento à Desertificação e à Seca no Brasil, explicamos o que é desertificação, seus fatores e por que não existem desertos no Brasil. O diretor de Combate à Desertificação do MMA, Alexandre Pires, conversa com a superintendente do Canal Saúde da Fiocruz, Márcia Correa e Castro, sobre estes assuntos e muitos outros. A campanha Movimento Nacional de Enfrentamento à Desertificação e à Seca é uma produção do MMA e do Canal Saúde, com objetivo de ampliar os conhecimentos sobre desertificação, estimular o debate sobre desertificação como eixo transversal de outras políticas públicas e popularizar o conceito de convivência com o semiárido como estratégia para enfrentamento à desertificação e às mudanças climáticas

 

 

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Pela primeira vez na história, uma área de de 5 mil quilômetros foi classificada no Brasil como sendo de clima semiárido. A área abrange cinco municípios da Bahia e um pedaço de Petrolina, em Pernambuco.

 

 

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O nosso modelo de desenvolvimento gera o aquecimento global e atinge o planeta como um todo produzindo uma crise global sem precedentes. A exploração de combustíveis fósseis, maiores produtores de efeito estufa, e a destruição dos recursos naturais são as principais causas do aquecimento global. O semiárido brasileiro vem sofrendo com o processo de desertificação que agora se mostra mais evidente.

 

 

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O nosso modelo de desenvolvimento gera o aquecimento global e atinge o planeta como um todo produzindo uma crise global sem precedentes. A exploração de combustíveis fósseis, maiores produtores de efeito estufa, e a destruição dos recursos naturais são as principais causas do aquecimento global. O semiárido brasileiro vem sofrendo com o processo de desertificação que agora se mostra mais evidente.

 

 

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"O sabiá no sertão

Quando canta me comove,

Passa três meses cantando

E sem cantar passa nove

Porque tem a obrigação

De só cantar quando chove" 

 

 

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Quantas vezes você já ouviu que é preciso sair do campo para ter um futuro melhor?

A educação contextualizada mostra que não precisa ser assim! Quando a escola ensina a realidade do Semiárido, fortalece crianças, jovens e toda a comunidade.

Ouça o novo episódio da série Convivendo no Semiárido e descubra como a educação pode transformar vidas!

 

 

para navegar

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O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) é o órgão das Nações Unidas responsável por avaliar as evidências científicas relacionadas às mudanças climáticas.

 

 

O Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB) tem intuito de propor e planejar ações estratégicas concretas de curto, médio e longo prazos para combater a desertificação, mitigar os efeitos das secas e prevenir e reverter os quadros de degradação da terra

 

 

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A UNCCD é a voz global em defesa da terra. Promovemos práticas que evitam, reduzem e revertem a degradação da terra e somos a força motriz por trás do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 15 e da Neutralidade da Degradação da Terra.

 

 

Agente de transformação, promovendo inovação tecnológica e social para o Semiárido brasileiro.

 

 

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Iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e parceiros (como Fiocruz e Articulação Semiárido Brasileiro - ASA) para conscientizar e mobilizar o Brasil contra a degradação da terra, através de campanhas (como "Terra. Floresta. Água.") e planos como o PAN-Brasil e o novo Plano de Ação de Combate à Desertificação (2025-2045), que foca em governança, inovação, melhoria de vida e gestão sustentável, visando o desenvolvimento sustentável do Semiárido e outras regiões vulneráveis, com participação da sociedade e governos. 

 

 

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O Observatório da Caatinga e Desertificação surge a partir de um esforço colaborativo para promover a pesquisa, o monitoramento e para subsidiar a construção eficiente de políticas públicas. Nos últimos quinze anos os pesquisadores do observatório estiveram empenhados em promover a integração das pesquisas, na busca por uma avaliação eficiente dos serviços ambientais prestados pelo ecossistema Caatinga

 

 

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Este portal nasce como um espaço de inteligência pública no qual estatísticas, estudos, narrativas e vozes dos territórios se encontram. É uma plataforma viva, feita para quem acredita que entender a região é o primeiro passo para transformá-la. Aqui, a Caatinga deixa de ser invisível. O Semiárido ganha rosto, cor e voz. As soluções estão nas florestas que respiram rápido, nas tecnologias sociais das comunidades, na força das economias locais e na resiliência do povo nordestino.

 

 

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O DAKI – Semiárido vivo é um projeto que tem como objetivo contribuir no enfrentamento às mudanças climáticas em três regiões semiáridas da América Latina: Corredor Seco Centroamericano (CSC), Grande Chaco Americano (GCA) e Semiárido brasileiro (SAB). Com apoio do Fundo Internacional do Desenvolvimento Agrícola (FIDA)

 

 

APOIO
LABJOR/UNICAMP
REALIZAÇÃO
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