Frankenstein, Mary Shelley
 

Romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. É considerada a primeira obra de ficção científica da história.

Um corpo negro conta, poeticamente, o processo do reconhecimento da autora como negra, a partir do que se manifesta fisicamente em seu corpo. 


O corpo em que nasci, Guadalupe Nettel
 

Este livro do investiga exatamente essa questão. Baseado em 23 artigos que abordam aspectos diferentes da relação liberdade de expressão x liberdade de imprensa, o livro tem cinco capítulos que foram organizados em torno de subtemas específicos . 

 

Jamais o fogo nunca, Diamela Eltit
 

Romance em primeira pessoa, de uma mulher cujo dado biográfico essencial é ter sido  sobrevivente da luta política no período do regime militar. A obra parte desse pano de fundo histórico e pessoal para seguir em direção ao microcosmo dessa voz e examinar o tecido medular das subjetividades que trançaram as utopias e sentidos do século XX, encarando a condição precária dos corpos excedentes desse tempo.
 

Corpos em aliança e a política das ruas: Notas sobre uma teoria performativa de assembleia, Judith Butler

A obra basea-se na noção de “ações coletivas” de Hannah Arendt e atualizando as afirmações dela sobre o papel do corpo na política, a autora postula que as reuniões corporificadas, presenciais ou não, implicam a ressignificação do espaço público político.

Corpo, Novos Poemas, Carlos Drummond de Andrade
 

Rico em significados, o título do volume lança luz sobre os vários corpos habitados por todos nós: este físico e mortal que carregamos desde o nascimento, o corpo sensual, sensorial e afetivo, e o corpo geográfico e urbano

O cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas.

O filme retrata a trajetória da liberação do corpo da mulher brasileira e conta a história do jornalista Marcos, que faz uma autorreflexão sobre o racismo e o machismo impregnados nele e na sociedade.

"Corpo Manifesto" fala sobre mulheres, seus corpos e suas batalhas. O filme explora de maneira poética as dimensões simbólicas do corpo e sua representação.

Neste Café Filosófico, a bailarina Dani Lima conta a sua interpretação sobre o corpo e a dança.

APOIO
LABJOR/UNICAMP
REALIZAÇÃO
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO