ISSN 2179-1287

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Número 1

jul/ago/set 2010
Pesca artesanal

O mundo das águas do Brasil é formado por uma extensa região costeira com mais de 8.000 km, banhada pelo Oceano Atlântico, de Norte a Sul, somando-se a uma complexa, biodiversa e múltipla existência de rios, lagos, lagoas, estuários, mangues, barragens e açudes espalhados pelo interior e litoral.

   
Número 2

out/nov/dez 2010
Saúde e Trabalho

O Brasil tem um longo caminho a percorrer para garantir a saúde e a segurança do trabalhador, apesar de sua abrangente legislação. Num cenário otimista de retomada do crescimento econômico, o número de mortes, acidentes e doenças do trabalho é elevado se comparado ao de outros países de renda média e alta.

   
Número 3

jan/fev/mar 2011
Índios do Nordeste

Espalhados pelo Nordeste brasileiro, diversos grupos indígenas lutam por reconhecimento, em busca da legalização de suas terras, saúde, educação e valorização das tradições que cultivam.

   
Número 4

abr/maio/jun 2011
Espaços de Ciência

Além das pesquisas nas mais diversas áreas, os espaços de ciência desenvolvem atividades educativas e de divulgação que estão colaborando para a melhoria dos indicadores sobre a percepção pública da ciência no Brasil.

   
Número 5

jul/ago/set 2011
Velhabilidade

Solidariedade, aptidão e autonomia para um envelhecimento ativo. Algo longe de ser vivido sem o reconhecimento dos direitos das pessoas idosas. Num cenário em que a expectativa de vida estende-se cada vez mais, transformar coletivamente nosso futuro é essencial.

   
Número 6

out/nov/dez 2011
O Lugar do Sertão

Pensar o Sertão Semiárido é pensar o Brasil. A região apresenta uma diversidade espetacular de paisagens humanas e naturais, mas permanece pouco conhecida, sobretudo em suas dinâmicas atuais, que ultrapassam estereótipos secularmente sedimentados a seu respeito.

   
Número 7

jan/fev/mar 2012
Florestas

O Brasil detém mais da metade das florestas tropicais do mundo. Nossas vidas estão ligadas às florestas nas dimensões políticas, sociais, econômicas e culturais. É necessário preservá-las e estudar sua importância.

   
Número 8

abr/maio/jun 2012
Megaeventos Esportivos

Nos próximos seis anos, o Brasil sediará os dois mais importantes megaeventos esportivos mundiais. A Copa do Mundo da FIFA 2014 e as Olimpíadas do Rio 2016. É hora de analisar seus impactos sociais, econômicos, políticos e ambientais.

   
Número 9

set/out/nov/dez 2012
Parto e Nascimento

O fato de o parto ter se tornado assunto frequente na mídia, presente também nas redes sociais e rodas de conversa, pode ser encarado como um sinal de que algo vem mudando ou precisa ser mudado no cenário da assistência obstétrica brasileira.

   
Número 10

jan/fev/mar/abr 2013
Ensino de Sociologia

A Sociologia no Ensino Médio amplia as possibilidades de inserção dos saberes das Ciências Sociais nos níveis de formação básica. Vivenciamos a rápida produção de pesquisas, métodos, conteúdos e materiais de ensino, frutos de uma intensa mobilização de estudantes e professores em torno do tema.

   
Número 11

maio/jun/jul/ago 2013
Cidades e Cidadania

O bem estar social está em xeque. As manifestações populares que eclodiram em junho deste ano são um indicativo da insatisfação das várias camadas da sociedade brasileira e da urgência por replanejamento de espaços de convívio público. Pesquisadores sociais debatem os paradigmas da vida na cidade.

   
Número 12

set/out/nov/dez 2013
50 Anos do Golpe

Há 50 anos um golpe civil-militar tirou do poder um presidente eleito democraticamente e instaurou uma ditadura, que durante 21 anos privou a população de seus direitos e praticou torturas, assassinatos e desaparecimentos. O que aprendemos nas escolas não conta a história real desse período nem o que resta dele em nossa democracia.

   
Número 13

jan/fev/mar/abr 2014
População e Demografia

Apesar de pouco conhecida, a demografia a cada dia se confirma como um importante campo de estudos. É uma ciência que vai muito além da simples quantificação e categorização dos habitantes de uma região. Ela consiste, sobretudo, numa ferramenta fundamental para projeção dos futuros possíveis de uma população.

   
Número 14

maio/jun/jul/ago 2014
Cuerpos y Emociones

Los estudios sobre cuerpos y emociones en América Latina se han pluralizado desde hace una década por los menos, un conjunto de autores, proyectos de investigación y tradiciones de indagación han convergido y se han entramado en los cuerpos y emociones como locus del conflicto y el orden.

   
Número 15

jan/fev/mar/abr 2015
Comida, Cultura e Sociedade

O trinômio que dá nome a esta edição é o mote para uma abordagem multidisciplinar da alimentação e da gastronomia. Os artigos selecionados contemplam diversas áreas de estudo das Ciências Sociais e Humanas e buscam compreender a relação entre comida, cultura e sociedade.

   
Número 16

mai / jun / jul / ago 2015
Base Nacional Comum Curricular

Há base para uma proposta curricular comum no Brasil? Quais as justificativas para a criação ou não de uma Base Comum Curricular? Este número da Revista Coletiva procura trazer algumas reflexões a respeito das disputas e dos entendimentos existentes em torno de uma política pública educacional e curricular.

   
Número 17

set/out/nov/dez 2015
Expressões juvenis

O presente número da Revista Coletiva é um convite à reflexão sobre a experiência da juventude. As expressões juvenis envolvem a arte, a relação com as tecnologias de informação e comunicação, o consumo, a sociabilidade, a socialização escolar e a agenda de demandas específicas que, de forma crítica e criativa, os jovens apresentam à sociedade em geral e de alguma forma tem influenciado as políticas públicas nesse campo.

   
Número 18

jan/fev/mar/abr 2016
Gênero e Escola

A organização do número temático sobre Gênero e Escola constituiu-se num desafio e numa oportunidade de atender à demanda de socialização do conhecimento por meio da abordagem da diferença no campo educacional. O propósito foi contribuir para ampliar, refinar e complexificar o debate. Questões e temáticas diversas, sob distintas perspectivas teóricas e enfoques metodológicos, vêm sendo priorizadas e assumidas por estudiosas/os, educadoras/es, trabalhadores/as culturais e intelectuais espalhados em diversos centros de pesquisa, universidades, escolas, núcleos e grupos de estudos de várias regiões do país.

   

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